Primeiro, refiz o exercício 1 de Lego. Este consistia em pegar uma figura com exterior liso e interior irregular e transformar seu exterior em também irregular, sem perder a memória do objeto original. As proporções do bloco de 10 por 8 e 4 "andares" foram mantidas, mas foram adicionadas reintrâncias e relevos, para explorar cheios e vazios.
Em seguida, refiz os exercícios 2 e 3. Utilizei as mesmas fotos para o exercício 2, uma vez que o problema observado na postagem original foi a falta de comentários. O exercício consistia da interação de uma figura vazada preenchida por um sólido.
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| Com a base mais larga, a figura fica mais esguia e bem estabelecida no chão. Não há dúvidas sobre a sua estabilidade e parece mais imponente. |
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| Sendo mais largo no meio, a percepção que se tem é bastante estranha. Parece mais baixo e instável. A sensação que se tem é de que a parte mais larga possa cair a qualquer momento, vindo em direção ao chão, onde pertence. |
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| Aqui, parece mais instável do que em qualquer outra, como se o topo mais pesado pudesse trazer tudo ao chão. |
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Para o exercício 3, foi adicionado um plano a uma relação semelhante.
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| A adição do plano pouco muda percepção, que continua de instabilidade crescente conforme a figura grossa é elevada. O plano torna a instabilidade maior ainda em cada uma das fases. |
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| Aqui, até mesmo a variação com a base larga se torna um pouco instável. |
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| Novamente, aqui se tem a instabilidade máxima. |
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| Esta foto captura bem a imponência e sensação de maior altura que a base mais larga passa. |
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