sexta-feira, 27 de abril de 2012

Lego Refeito

Primeiro, refiz o exercício 1 de Lego. Este consistia em pegar uma figura com exterior liso e interior irregular e transformar seu exterior em também irregular, sem perder a memória do objeto original. As proporções do bloco de 10 por 8 e 4 "andares" foram mantidas, mas foram adicionadas reintrâncias e relevos, para explorar cheios e vazios.








Em seguida, refiz os exercícios 2 e 3. Utilizei as mesmas fotos para o exercício 2, uma vez que o problema observado na postagem original foi a falta de comentários.  O exercício consistia da interação de uma figura vazada preenchida por um sólido.

Com a base mais larga, a figura fica mais esguia e bem estabelecida no chão. Não há dúvidas sobre a sua estabilidade e parece mais imponente.

Sendo mais largo no meio, a percepção que se tem é bastante estranha. Parece mais baixo e instável. A sensação que se tem é de que a parte mais larga possa cair a qualquer momento, vindo em direção ao chão, onde pertence.

Aqui, parece mais instável do que em qualquer outra, como se o topo mais pesado pudesse trazer tudo ao chão. 

Para o exercício 3, foi adicionado um plano a uma relação semelhante.
A adição do plano pouco muda percepção, que continua de instabilidade crescente conforme a figura grossa é elevada. O plano torna a instabilidade maior ainda em cada uma das fases.

Aqui, até mesmo a variação com a base larga se torna um pouco instável.

Novamente, aqui se tem a instabilidade máxima.

Esta foto captura bem a imponência e sensação de maior altura que a base mais larga passa.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Esta postagem completa a etapa de projetos utilizando de luz e sombra. Escolhi um dos projetos para representar como maquete, tendo como objetivo analisar se a proporção foi mantida e se as incidências de luz representadas no desenho estavam corretas. O projeto escolhido foi o seguinte:


Fiz algumas alterações básicas no projeto durante a produção da maquete. O setor do meio, que antes era iluminado por uma iluminação zenital e funcionava como um tubo de luz, agora é fechado, recebendo luz apenas das portas. Também diminuí o número de aberturas zenitais dos dois lados. Duas escadas foram representadas como invisíveis no projeto, pois a ideia inicial era ter uma separação entre as escadas anteriores das posteriores. Isso também foi mudado na maquete. A ideia principal do projeto, pés direitos duplos e a necessidade de passar por cada andar para chegar ao próximo, foi mantida. A seguir, seguem os resultados:

Foto preliminar, antes da adição de filtros de cores, e com iluminação artificial. A luz incide sobre uma obra de arte pendurada na parede e sobre a calunga, que a observa. 


Iluminação natural lateral direita. A iluminação se mostra melhor do que o esperado no andar térreo, iluminando todo o ambiente. No último andar à esquerda o foco está na obra de arte, mais uma vez.

No último exercício, virar a caixa implicava simplesmente inverter aberturas zenitais e laterais. Aqui, o projeto deixa de ter coesão, apresentando escadas que não vão a lugar algum, por exemplo.


Iluminação lateral esquerda alta. As aberturas laterais funcionam como previsto no projeto, iluminando bem o ambiente. 

Iluminação vinda da esquerda, mas mais baixa. As aberturas zenitais deixam de ter incidência direta de luz.

Iluminação completa do lado esquerdo, chegando a iluminar um pouco o último andar da direita. Aqui se tem uma boa visão do calunga, percebendo-se a grande altura de cada andar.

Iluminação completa do lado direito, chegando a iluminar um pouco o último andar da esquerda.

Detalhe da iluminação no último andar, com um feixe de luz mais forte sobre a obra de arte.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Projetos e sombras

Nesta etapa, deveríamos projetar a nossa caixa antes de construí-la. Para isso, foi pedido que desenhássemos cortes longitudinais e pintássemos a nossa expectativa do comportamento da luz, tendo como base os experimentos feitos na última etapa. Durante o processo ficou evidente que utilizando apenas do corte a representação do projeto fica muito ambígua, seria necessário duas ou mais vistas para chegar a um entedimento do que foi visualizado.




quarta-feira, 11 de abril de 2012








 Luz e Sombra
      Essa etapa do exercício de exploração de luz e sombra seguia a mesma linha da primeira, mas foi pedido maior exploração dos elementos. Comecei incrementando a caixa já utilizada no exercício anterior, e depois fiz uma outra com materiais e aberturas diferentes, atrás de resultados também diferentes.

 

A iluminação lateral direta causa efeitos interessantes no interior da caixa, quando filtrada pelo celofane colorido. Com a ampla iluminação se percebe bem os reflexos no piso, que aumenta o espaço.
Uma fonte de luz menos intensa foi utilizada, mas as cores ainda se destacam. A textura no fundo se torna mais aparente.


Iluminação zenital exclusiva. Os reflexos no piso se tornam mais intensos.
                                                                                                                         
Na nova caixa, utilizei um prato para ovos forrado com celofane rosa para simular uma lâmpada. Com esse tipo de iluminação não se percebe o final da caixa, fazendo-a parecer maior. Utilizando as dobraduras aprendidas no primeiro exercício adicionei textura à parede.
A mesma iluminação da foto anterior, com variação de calunga. Antes poderia ser um túnel subterrâneo bem baixo, agora toma dimensões de uma sala maior.





Iluminação direcionada à abertura anterior, percebe-se uma escuridão maior no fundo da caixa.

Melhor distribuição da luz no interior, mas ainda percebe-se um buraco no meio da sala quando à luminosidade.

Trocando o filtro da lâmpada para azul obtive um efeito semelhante ao de luz negra.


Aqui é ainda mais perceptível o efeito, na foto com calunga maior.

Um plano inclinado foi adicionado. O papel reflexivo que antes não parecia refletir imagem nenhuma em específico agora reflete a lâmpada. A textura do pilar e do chão se tornam mais aparentes.

Iluminação zenital, ainda com o mesmo plano inclinado.

Plano reflexivo levemente curvo, com adição de duas laterais. A entrada de luz está bem distribuída entre zenital e lateral.

A luz incide lateralmente, e o plano curvo reflete a luz para o teto da caixa, devido ao seu ângulo.



Neste caso, a lâmpada ilumina o ambiente como um todo, devido às reflexões dos papéis.




quarta-feira, 4 de abril de 2012

Luz e Sombra

Neste exercício foi pedido que explorássemos relações de luz e sombra fazendo aberturas em uma caixa de sapato. A caixa que produzi tem aberturas horizontais de luz na parede da direita, o que passa a ideia de que esta flutua, não havendo contato com o chão. Os cortes verticais da mesma parede foram revestidos com papel celofane laranja, modificando a luz que incide na caixa. Utilizei papel reflexivo verde no chão, que aumenta o espaço aparente da sala. No fundo, o papel manteiga levemente amassado introduz uma textura diferente ao conjunto.

Luz incidindo diretamente do lado direito:

 Luz incidindo de cima, ficando mais aparente a calunga que fica escondida na penumbra em outras fotos.

 Explorando outro ângulo, com incidência da luz pelo lado esquerdo.

 Aqui não há incidência de luz direta, e a caixa é quase que completamente tomada pela sombra.