Neste exercício deveríamos esculpir a forma da Fundação Iberê Camargo em um bloco de espuma floral, como um estudo de sua volumetria. O material, muito frágil e de difícil manuseio, não permite grande exploração de detalhes, assim o resultado é uma simples representação da forma da edificação. O exercício ajudou bastante a entender o edifício, que é composto por um volume principal cheio de curvas e irregularidades e braços suspensos que se sobressaem.
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| Vista anterior da maquete |
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| Vista posterior |
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| Nessa vista lateral esquerda percebe-se como os braços se sobressaem e o leve desnível na parte de trás. |
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| Na vista lateral direita é visível apenas a entrada dos fundos, por onde ingressamos na visita à fundação. |
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| Aqui, mais uma vez, percebe-se as curvas do volume principal e os braços em destaque. |
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| Nessa visão de cima são ainda mais perceptíveis as curvas e desníveis. O buraco entre os braços e o volume principal foi a parte de mais difícil execução da maquete. |